<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201</id><updated>2011-11-18T03:25:24.983-08:00</updated><title type='text'>Izabelle Arruda</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-899440616126250927</id><published>2011-05-11T06:43:00.000-07:00</published><updated>2011-05-11T06:56:48.644-07:00</updated><title type='text'>Saído do forno</title><content type='html'>Viva! Meu novo livro ficou pronto! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xm9kze_h4xo/TcqSxbq6EiI/AAAAAAAAAtA/A7J6ikiZT58/s1600/capa.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="280" width="180" src="http://4.bp.blogspot.com/-xm9kze_h4xo/TcqSxbq6EiI/AAAAAAAAAtA/A7J6ikiZT58/s320/capa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O desafio de SK” nasceu para integrar a coleção “Descubra se for capaz” (Editora Paulus), concebida por Carmen Lucia Campos e Shirley Souza. A ideia é que todos os livros sejam interativos e que os leitores não apenas possam escolher os rumos das tramas como fazer parte delas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei tão interessante essa proposta que, quando fui convidada para fazer parte do corpo de autores, nem pensei... Aceitei logo de cara! O que mais espero para esse novo "filhote" é que o leitor sinta-se instigado por ele assim como fiquei ao escrevê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveito a postagem para convidar para o lançamento, que acontecerá na Livraria da Vila da Fradique Coutinho (29/05 - domingo, das 15h às 18h).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,407602,Ja_pensou_em_ajudar_um_garoto_que_sonha_ser_delegado_a_dar_seus_primeiros_passos_na_carreira_,407602,1.htm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SAIBA MAIS&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-899440616126250927?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/899440616126250927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2011/05/saido-do-forno.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/899440616126250927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/899440616126250927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2011/05/saido-do-forno.html' title='Saído do forno'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-xm9kze_h4xo/TcqSxbq6EiI/AAAAAAAAAtA/A7J6ikiZT58/s72-c/capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-1303478954512764718</id><published>2010-08-23T10:40:00.000-07:00</published><updated>2010-08-23T11:03:00.602-07:00</updated><title type='text'>Caranguejo eremita</title><content type='html'>Mudar é difícil. Dia desses estive pensando como expressar em palavras o estado de espírito de uma pessoa que deixa para trás coisas certas  - porém obsoletas - e se atira no desconhecido. No abismo do novo. É uma abertura tal, uma vulnerabilidade tal que, por si só, já faz com que muita gente desista da empreitada antes mesmo de tentar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E segui matutando sobre esse tema até que, ao lado do meus filhinhos, assisti a um episódio de "Peixonauta". Para quem não tem criança pequena em casa, esse é o título de um desenho animado - brasileiro, por sinal -, que passa no canal a cabo Discovery Kids. Nele um pequeno caranguejo eremita tentava encontrar uma concha nova, pois a antiga já estava pequena demais. Fiquei observando aquele ser frágil e molenga em sua busca incessante por uma casa e pensei: "é isso!". Enquanto o caranguejo não encontra sua nova morada ele está completamente exposto. E essa exposição, que à primeira vista pode parecer apenas vulnerabilidade, é um ato de extrema coragem! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que me chamou atenção nesse caranguejo é que, durante a estória, ele teve oportunidade de escolher conchas maiores do que realmente precisava e recusou. Afinal, a concha grande, que lhe conferiria mais status, seria um peso muito grande para seu corpinho ainda em desenvolvimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim o pequeno segue sua trajetória sempre procurando o essencial, a justa medida. Acho que nós — humanos, medrosos e prolixos do ter — podemos aprender muito com ele!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-1303478954512764718?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/1303478954512764718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/08/caranguejo-eremita.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/1303478954512764718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/1303478954512764718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/08/caranguejo-eremita.html' title='Caranguejo eremita'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-1461263677785181221</id><published>2010-05-07T05:56:00.000-07:00</published><updated>2010-05-07T07:29:09.543-07:00</updated><title type='text'>Mãe possível</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Dedico este depoimento a algumas mulheres incríveis que tive o privilégio de conhecer. Imperfeitas, humanas, fortes porque se reconhecem também frágeis.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei de chegar de São Paulo, onde fiz um curso de educadora perinatal no GAMA (Grupo de apoio à maternidade ativa). Depois de uma semana com o tema da gestação, parto e pós-parto na cabeça, não poderia ser diferente: venho rememorando e repensando meu papel de mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maternidade sempre me assustou. Ainda pequena, lembro de ter dito a uma amiguinha que eu era estéril. Estéril! Como pode essa palavra fazer parte do vocabulário de uma criança de seis anos? Mas o fato é que esse pensamento, ao mesmo tempo em que me frustrava, tranquilizava. Afinal, eu não teria de assumir a responsabilidade pela criação de ninguém, uma tarefa digna de um Hércules de saia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito tempo depois, já com vinte e nove anos, fui visitar uma amiga na Lapa. Na época eu vivia em São Paulo. Quando cheguei, o filhinho dela me recepcionou com tanta alegria, mostrando orgulhoso seus brinquedos, sua cama, seu mundo, que me contagiou. Naquele momento eu fiz a escolha de ser mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente nove meses depois Gabriel, meu primeiro filho, nasceu. Isso está longe de significar que meus medos evaporaram. Muito pelo contrário. Enquanto a barriga crescia, vinham à tona coisas velhas, há muito afundadas no inconsciente. Ser mãe foi uma escolha refeita a cada dia da gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha profunda consciência do quanto minha vida mudaria, da responsabilidade que é ser guia sem virar general, e, mesmo assim, a maternidade caiu como uma bomba literalmente no meu colo. Preparei-me muito para a chegada de Gabriel. Queria que viesse ao mundo a partir de uma parceria entre nossas fisiologias, dentro desse mecanismo perfeito que é o parto. E foi assim. Durante aquelas três horas, descobri uma força que eu não tinha, uma fé que nem imaginava ser capaz de sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema veio depois. Não me preparei para amamentar, não sabia que teria limitações por causa de uma cirurgia feita treze anos antes, muito menos imaginava que uma mulher saudável pudesse ter dificuldade em fazer o que macacas, vacas e cachorras fazem. A cobrança era imensa. Eu TINHA que amamentar porque isso, pensava eu, indicava o sucesso ou o fracasso da relação mãe-filho. Ferro e fogo. Tudo ou nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que minha mãe me mostrasse o quanto eu estava sendo guerreira, que minha sogra dissesse não imaginar uma mãe melhor para seu neto, eu simplesmente não era capaz de enxergar meu valor. Na minha cabeça extremamente rígida, ele era proporcional à quantidade de leite que eu tinha. Ou seja, era pouquíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi preciso que se passassem quase três anos para que, durante uma aula sobre amamentação, eu enxergasse a minha cegueira. Não que de repente eu tenha percebido e aceitado que sou uma boa mãe. Ou que, num passe de mágica, abri mão da autocrítica contumaz. Apenas tomei consciência do quanto essas posturas me prejudicam. A mim e aos que me cercam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje não penso mais como na infância. Não é preciso ser um Hércules de saia nem fazer doze trabalhos grandiosos para encarnar a maternidade. Antes de ser mãe, é necessário, isso sim, abrir mão do desejo infantil de atingir a perfeição. Quem espera ser uma mãe perfeita, fatalmente ficará frustrada ou estará condenada a viver na máscara para sempre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-1461263677785181221?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/1461263677785181221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/05/mae-possivel.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/1461263677785181221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/1461263677785181221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/05/mae-possivel.html' title='Mãe possível'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-6245561405656376630</id><published>2010-04-20T09:21:00.000-07:00</published><updated>2010-05-05T07:19:09.194-07:00</updated><title type='text'>Última tendência</title><content type='html'>Alguns dizem que o livro impresso está ameaçado. Discordo. A leitura de um bom romance não se limita a apenas um dos sentidos. Óbvio, preciso enxergar as palavras para que o conteúdo narrado crie vida. Mas também preciso sentir a textura das páginas, a gramatura do papel. Nenhum &lt;span style="font-style:italic;"&gt;e-book&lt;/span&gt; será capaz de reproduzir a inigualável sensação de passear entre as prateleiras de uma livraria e folhear devagar um título que exala aquele cheiro inconfundível de impressão e celulose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre esse tema, há um vídeo muito engraçado no You Tube. Vale a pena assistir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue o link:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2ehpxNtOU3Q"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Leerestademoda&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-6245561405656376630?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/6245561405656376630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/04/alguns-dizem-que-o-livro-impresso-esta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/6245561405656376630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/6245561405656376630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/04/alguns-dizem-que-o-livro-impresso-esta.html' title='Última tendência'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-2467845013412064990</id><published>2010-02-27T09:58:00.000-08:00</published><updated>2010-02-27T10:21:20.467-08:00</updated><title type='text'>Ainda sobre mojitos</title><content type='html'>Já que falei sobre minha bebida favorita, resolvi dar uma dica... Sempre vou a São Paulo e já provei mojitos em vários bares e restaurantes. O do Fidel, no Alto de Pinheiros, é o melhor. Na minha humilde opinião, claro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não mora em Sampa ou não pretende ir a bar nenhum, mando a receita:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MOJITO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 dose de rum branco &lt;br /&gt;1 colher de sopa de açúcar &lt;br /&gt;Suco de 1 limão&lt;br /&gt;1/2 copo de água com gás &lt;br /&gt;1 ramo de hortelã (10 a 12 folhas)&lt;br /&gt;Gelo picado a gosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloque num copo o açúcar, o suco, a água com gás e a hortelã.&lt;br /&gt;Dizem que o segredo é amassar bem a hortelã. Adicione o rum, o gelo e sinta toda a refrescância dessa bebida cubana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-2467845013412064990?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/2467845013412064990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/02/ainda-sobre-mojitos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/2467845013412064990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/2467845013412064990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/02/ainda-sobre-mojitos.html' title='Ainda sobre mojitos'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-3259414682973286582</id><published>2010-02-27T09:17:00.000-08:00</published><updated>2010-02-27T09:55:35.126-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Há tempos não escrevo para o blog. Algumas pessoas se queixam da minha nada assídua relação com este canal de comunicação e expressão. Entendo. Sou uma blogueira bem fajuta... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tudo em minha vida, isso me fez pensar: por que não escrevo todos os dias ou toda semana? Foi então que lembrei da adolescência, quando fiz várias tentativas de manter diários. Todas fracassaram, claro, e aquelas agendas decoradinhas acabaram virando rascunhos para o ano letivo seguinte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome disso é rebeldia. Não gosto de sentir meu blog como uma máquina de ponto, coisa que sempre me causou calafrios. Gosto de pensar nele como um lugar para onde vou quando estou com vontade de trocar com pessoas queridas. Uma vez aqui, convido-as para tomar um mojito* comigo e deixar vir o que vier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que a vida não assinou minha carteira. Sou biscateira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;* para quem nunca teve o prazer de provar um mojito, trata-se de uma bebida cubana feita com rum e hortelã. Mas é claro que no meu isopor levo também cerveja e uísque. Fica a critério dos convivas...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-3259414682973286582?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/3259414682973286582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/02/ha-tempos-nao-escrevo-para-o-blog.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/3259414682973286582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/3259414682973286582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/02/ha-tempos-nao-escrevo-para-o-blog.html' title=''/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-6801260129073470390</id><published>2010-01-20T10:23:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T10:31:47.159-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Hoje resolvi postar um poema dedicado ao maridão, companheiro nessa louca jornada que é a vida. Antes, porém, gostaria de fazer um comentário. Estou escrevendo numa &lt;span style="font-style:italic;"&gt;lan house&lt;/span&gt; diretamente do interior de São Paulo, de uma cidade chamada Serra Negra. Não tive tempo de fazer turismo aqui, pois vim trabalhar. Mesmo assim, fica o registro de seu encanto, suas águas e da simpatia de seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Convite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha para meu mundo,&lt;br /&gt;Meu espírito, continente de mim mesma,&lt;br /&gt;Daquilo que é verde e, por vezes, cinza,&lt;br /&gt;E vasto, e estreito, e lindo, e imundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao meu conflituoso clima seja bem-vindo.&lt;br /&gt;Manhã de sol com trovoadas&lt;br /&gt;Seca como o árido sertão,&lt;br /&gt;Úmida como o litoral infindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebo-te em minha casa &lt;br /&gt;Comida caseira, poucos temperos,&lt;br /&gt;Sabor daquilo que realmente é,&lt;br /&gt;Carne humana em dolente brasa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebo-te em meus braços.&lt;br /&gt;Ainda emperro. Não estou escancarada.&lt;br /&gt;Ponho óleo de cozinha&lt;br /&gt;Nestas dobradiças desgastadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem para meu mundo,&lt;br /&gt;Que já começo a conhecer o teu.&lt;br /&gt;Não te peço que o deixe,&lt;br /&gt;Apenas que meu lúcido convite aceite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convido-o à exploração sustentável.&lt;br /&gt;Astronautas de nossos universos, trabalhemos&lt;br /&gt;Para que deixemos de ser paralelos,&lt;br /&gt;Nos acrescentando, nos confundindo&lt;br /&gt;Nos aceitando feios e nos inventando belos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-6801260129073470390?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/6801260129073470390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/01/hoje-resolvi-postar-um-poema-dedicado.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/6801260129073470390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/6801260129073470390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2010/01/hoje-resolvi-postar-um-poema-dedicado.html' title=''/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-6281188528098304730</id><published>2009-11-24T04:42:00.001-08:00</published><updated>2009-11-24T04:51:00.224-08:00</updated><title type='text'>Para complementar</title><content type='html'>Depois da postagem de ontem, fiquei com uma música na cabeça. Trata-se de "Contos da Lua Vaga", de Beto Guedes, compositor que sempre me emocionou demais. É inspiradora... Coincidência ou não, usava-a como canção de ninar quando meu caçulinha era recém-nascido. Não anexo a melodia também porque não sei! Sou meio barbeira nessa coisa de blog. Fica a intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contos da Lua Vaga&lt;br /&gt;Beto Guedes&lt;br /&gt;Composição: Beto Guedes / Márcio Borges&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperança viva&lt;br /&gt;Que o sangue amansa&lt;br /&gt;Vem lá do espaço aberto&lt;br /&gt;E faz do nosso braço&lt;br /&gt;Um abrigo&lt;br /&gt;Que possa guardar&lt;br /&gt;A vitória do sentimento claro&lt;br /&gt;Vencendo todo medo&lt;br /&gt;Mãos dadas pela rua&lt;br /&gt;Num destino de luz e amor&lt;br /&gt;Vem agora&lt;br /&gt;Quase não há mais tempo&lt;br /&gt;Vem com teu passo firme&lt;br /&gt;E rosto de criança&lt;br /&gt;A maldade já vimos demais&lt;br /&gt;Olha&lt;br /&gt;Sempre poderemos viver em paz&lt;br /&gt;Em tempo&lt;br /&gt;Tanto a fazer pelo nosso bem&lt;br /&gt;Iremos passar&lt;br /&gt;Mas não podemos nunca esquecer&lt;br /&gt;De mais alguém&lt;br /&gt;Que vem&lt;br /&gt;Simples inocentes a nos julgar&lt;br /&gt;Perdidos&lt;br /&gt;As iluminadas crianças&lt;br /&gt;Herdeiras do chão&lt;br /&gt;Solo plantado&lt;br /&gt;Não as ruínas de um caos&lt;br /&gt;Diamantes e cristais&lt;br /&gt;Não valem tal poder&lt;br /&gt;Contos de luar&lt;br /&gt;Ou a história dos homens&lt;br /&gt;Lua vaga vem brincar&lt;br /&gt;E manda teus sinais&lt;br /&gt;Que será de nós&lt;br /&gt;Se estivermos cansados&lt;br /&gt;Da verdade&lt;br /&gt;Do amor&lt;br /&gt;Esperança viva&lt;br /&gt;Que a mão alcança&lt;br /&gt;Vem com teu passo firme&lt;br /&gt;O rosto de criança&lt;br /&gt;A maldade já vimos demais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-6281188528098304730?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/6281188528098304730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/11/para-complementar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/6281188528098304730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/6281188528098304730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/11/para-complementar.html' title='Para complementar'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-5089734074748574294</id><published>2009-11-23T06:10:00.001-08:00</published><updated>2009-11-24T04:32:20.332-08:00</updated><title type='text'>Filhos de herança</title><content type='html'>"Ficamos questionando que tipo de planeta deixaremos para nossos filhos, mas acho que a pergunta principal não é essa, e sim, que tipo de filhos vamos deixar para o planeta." Essa frase, dita por um amigo durante uma conversa, me fez refletir. Ao contrário do que se possa concluir num primeiro momento, ele não insinuou que é inútil ou errado incutir nos pequenos o respeito pela Terra. Só deixou claro o paradoxo em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tinha apenas seis anos, meu sobrinho não podia ver um pedaço de papel jogado na rua que ficava indignado. "É coisa de gente sem educação, que não liga para a cidade". Concordo. Ensinar a jogar lixo no lixo, reciclar, usar a água sem desperdiçar, enfim, mostrar o que é responsabilidade ambiental, é extremamente importante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora eu pergunto: se as crianças ainda são educadas dentro de uma sociedade extremamente competitiva, em que consumir é indicativo de valor próprio, como poderão de fato compreender tais ensinamentos? Entender que o coletivo vale mais que o próprio umbigo e que o próprio umbigo vale mais que uma roupa de marca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na adolescência da minha irmã em Recife eram as calças Mackein (não sei se é assim que se escreve). Ai de quem não as tivesse. Na minha, eram as calças MOfficer (também não estou certa da grafia). Hoje em São Paulo, nas escolas de classe média alta, Gap e Cavaleira são como passaportes para um país chamado auto-estima. E qualquer semelhança com os pais não é mera coincidência. Basta assistir às propagandas de automóveis com olhos um pouco mais sensíveis. A antiga mensagem subliminar de que o homem com carro novo na garagem é desejável deixou de ser sutil. Slogans como "Stilo. Ou você tem ou você não tem" me causam até asco. Digo isso porque já vi muitos infelizes dirigindo carros zero quilômetro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças de hoje não são diferentes das de outrora. Meninas e meninos continuam encantando-se com os contos de fadas exatamente como seus avôs e avós. A enxurrada de informação é que as torna ainda mais suscetíveis à absurda idéia de que ter é igual a ser. Some-se a isso a tentativa bem intencionada dos pais de ajudá-las a "ser". Acreditando que as estão equipando para o mundo lá fora, enchem-nas de atividades. Uma menina paulistana de doze anos muitas vezes parece uma pequena executiva, com a agenda repleta de compromissos, aulas disso, aulas daquilo. Um dia a dia em que ela mesma fica em segundo plano. Que engraçado... Exatamente como os pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande equívoco é achar que isso fará com que os filhos estejam bem preparados para a vida. Preparados para quê? Para se sair bem no vestibular e ser fluente em inglês? Não discuto o valor desses conhecimentos, não é esse o meu ponto. Só acho que, com tantos ruídos, fica difícil para a criança e o adolescente conhecerem-se e encantarem-se com suas próprias peculiaridades. Fatalmente se tornarão adultos que não se conhecem. Perdidos, engrossarão o coro dos que precisam ter para ser, acumular para valorar. Assim o ciclo vicioso nunca será quebrado. E foi justamente ele que levou o planeta à situação em que está hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filósofo francês Andre Comte Sponville, em seu livro "Pequeno tratado das grandes virtudes", baseando-se nos pensamentos de Sócrates, Aristóteles e tantos outros, chegou à óbvia e linda conclusão de que a moral só é necessária onde não há amor. Portanto ensinemos nossas crianças que o certo é não maltratar a natureza, mas antes disso mostremos a elas como não se maltratarem, como enxergarem em si próprias a beleza verde do mundo que tanto precisam preservar. Porque uma pessoa incapaz de se auto-preservar é incapaz de cuidar do coletivo. Um bom começo é olharmos para nós mesmos e tentarmos enxergar em que aspectos estamos nos violentando. Pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma diferença incrível para a qualidade de vida e, sobretudo, para os nossos filhos, que precisam apenas de exemplos para aprender.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-5089734074748574294?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/5089734074748574294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/11/filhos-de-heranca.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/5089734074748574294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/5089734074748574294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/11/filhos-de-heranca.html' title='Filhos de herança'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-7818583034190781931</id><published>2009-10-29T00:15:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T01:25:04.259-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Coisa irritante essa tal de insônia. A conta que deixei de pagar, o texto que ainda não ficou bom o suficiente, o cardápio do almoço de amanhã, discussões antigas que assaltam a memória e despertam mágoas, pensamentos relacionados aos filhos, lembranças boas do dia passado, piadas, fotos estacionadas na câmera digital e nunca impressas, até o pneuzinho lateral pós-gravidez que ainda não consegui perder. Tudo vira motivo para meu apegado ego resistir bravamente ao abismo do sono. E olhe que meu problema não é a falta dele, porque, se há um adjetivo capaz de me descrever quando resolvo entrar nessas crises de espertina, é 'sonolenta'. Mesmo arrastando-me pela casa, sonhando acordada com o sonho que não consigo ter, assim que deito na cama minha mente atormentada começa a girar em pensamentos ora inúteis ora fora de hora. E as horas passam, e eu (ora bolas!) não durmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco antes de deitar, li um trecho do livro "Semente da Vitória", de Nuno Cobra, que teve pupilos famosos, como Airton Senna e Rubinho Barrichelo. Disse ele: "Feche o zíper para os problemas do mundo da mesma maneira que você fecha o zíper da blusa para o frio não entrar. Fechou, acabou!". Fui pra cama com um sentimento de esperança, repetindo para mim mesma "eu consigo". Bem mais tarde, às 04:45, não pude deixar de rir da ironia. Depois de ter sido inundado por uma enxurrada mental, meu corpo finalmente rendeu-se. Não ao delicioso sono pelo qual tanto anseia, mas à vigília de postar no blog com cabelos desgrenhados e grandes olheiras. Pelo menos encontrei algum tipo de companhia nessa solidão insone.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-7818583034190781931?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/7818583034190781931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/10/coisa-irritante-essa-tal-de-insonia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/7818583034190781931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/7818583034190781931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/10/coisa-irritante-essa-tal-de-insonia.html' title=''/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-7292078295200162777</id><published>2009-10-20T06:33:00.000-07:00</published><updated>2009-10-20T06:58:43.812-07:00</updated><title type='text'>Parodiando Fernando Pessoa</title><content type='html'>Certo Natal meu irmão mais velho, sabendo que eu tinha acabado de "ser apresentada" a Fernando Pessoa, presenteou-me com suas obras completas. Nem preciso dizer da minha felicidade com o mimo. Fiquei tão vidrada que desisti de sair com os amigos depois da ceia e passei horas folheando os dois volumes de capa dura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado é que hoje amo suas poesias. Amo de um jeito que às vezes odeio e fico meses ou mesmo anos sem ler uma linha sequer. Isso até me surpreender novamente encantada, novamente despertada. E a cada fortuito reencontro, um estranhamento alegre acontece. Foi assim esta manhã. Cavoucando as gavetas, procurando não sei o quê, encontrei a paródia que escrevi há trezentos anos baseada numa obra pessoense. Foi interessante reler tanto o poema de um grande (em negrito) como as ideias de uma pequena Izabelle já-não-adolescente-mas-ainda-não-adulta (em itálico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O poeta é um fingidor.&lt;br /&gt;Finge tão completamente&lt;br /&gt;Que chega a fingir que é dor&lt;br /&gt;A dor que deveras sente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Infelizmente,&lt;br /&gt;nem sempre o poeta finge.&lt;br /&gt;E tamanha angústia o aflige&lt;br /&gt;Ao perceber-se impotente&lt;br /&gt;Ante o inevitável sentimento latente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E os que lêem o que escreve,&lt;br /&gt;Na dor lida sentem bem,&lt;br /&gt;Não as duas que ele teve,&lt;br /&gt;Mas só as que eles não têm.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;E se os que lêem seus poemas&lt;br /&gt;Entreterem-se entre versos a doer,&lt;br /&gt;É que o amor é o tema,&lt;br /&gt;E o peito, então, põe-se a gemer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;E assim nas calhas de roda&lt;br /&gt;Gira, a entreter a razão,&lt;br /&gt;Esse comboio de corda&lt;br /&gt;Que se chama coração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Mas que assim fique dito:&lt;br /&gt;Nem mesmo o verso mais bonito&lt;br /&gt;Faz um frio coração suspirar,&lt;br /&gt;Se nele já não está presente&lt;br /&gt;A vontade de amar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-7292078295200162777?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/7292078295200162777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/10/parodiando-fernando-pessoa_20.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/7292078295200162777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/7292078295200162777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/10/parodiando-fernando-pessoa_20.html' title='Parodiando Fernando Pessoa'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-349685137323861878</id><published>2009-08-19T05:37:00.001-07:00</published><updated>2009-08-19T06:02:57.099-07:00</updated><title type='text'>Você quer ser feliz ou quer ter razão?</title><content type='html'>Essa pergunta é um belo tapa de luva. E foi com ela que um amigo comentou minha última postagem, "Resultado único ou questão subjetiva".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece óbvio que qualquer um escolherá a primeira opção. Não é bem assim. Basta imprimir um olhar mais atento às relações humanas que nos cercam. É relativamente fácil encontrar um casal discutindo e perceber que, ao invés de tentar resolver a pendência, ambos querem 'vencer' a discussão. Como duas crianças em confronto. Quem se faz de vítima, pretende convencer o outro de que ele foi cruel. Já o durão, faz um esforço descomunal para manter a pose e provar  que o outro é pequeno porque se deixa levar pela sensibilidade. Como se manipulação e dureza fossem sinônimos de força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira força não aprisiona ninguém, nem pela culpa nem pela humilhação. Claro que há sutilezas demais e, muitas vezes, apenas um observador treinado é capaz de enxergar tais joguinhos de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom estudo de campo é o ambiente de trabalho. Não porque haja mais jogos, e sim, porque costumam ser escancarados. Certa vez me surpreendi com a atitude mesquinha de uma colega. Depois de cometer um erro flagrante, ela tentou, por fina força, culpar um assistente. O irônico da história é que ninguém, nem mesmo o patrão, estava preocupado com o erro em si. O que chamava a atenção era seu jeito desesperado de argumentar. Na tentativa de se defender, atacou e se esquivou da responsabilidade pela qual era devidamente paga. Resultado? Queimou o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A felicidade exige um preço maior do que a maioria das pessoas está disposta a pagar e muito menor do que imaginam ser. Minha ex-colega de trabalho precisaria de coragem para admitir que errou. Um grande e trôpego primeiro passo para uma orgulhosa de carteirinha. Mas, tão logo começasse a proferir algumas mágicas (e libertadoras) palavras, tais como "eu errei", veria que é muito mais fácil do que se perder em justificativas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-349685137323861878?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/349685137323861878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/08/voce-quer-ser-feliz-ou-quer-ter-razao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/349685137323861878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/349685137323861878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/08/voce-quer-ser-feliz-ou-quer-ter-razao.html' title='Você quer ser feliz ou quer ter razão?'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-1505645714522748348</id><published>2009-08-04T06:24:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T08:02:56.327-07:00</updated><title type='text'>Resultado único ou questão subjetiva?</title><content type='html'>O atual sistema de ensino é uma das principais forças propulsoras do pensamento estreito da juventude quando o assunto é futuro profissional. Sonhos são devaneios que devem ser jogados pela janela o quanto antes. O caminho certo é um só: estudar em boa escola, acumular o máximo de conhecimentos, muitos completamente inúteis e fugazes, passar no vestibular, arrumar bom emprego ou montar um negócio, de preferência com mínimo risco de dar errado. Tudo para não ser um perdedor. Não me surpreende. Numa sociedade em que o sucesso é o único destino digno, não poderia mesmo ser diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que sucesso é esse? No dicionário, uma das definições de sucesso é "resultado feliz". Que coisa mais relativa! Para mim, resultado feliz é encontrar na profissão o prazer. Já para meu vizinho, pode ser trocar de carro a cada dois anos. Para um outro, pode ser viver com uma mochila nas costas, sem eira nem beira e muita brisa no rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que um conceito altamente subjetivo passou a ser visto como objetivo. Tem um bom cargo? Um bom carro? Uma mulher gostosa? Os filhos seguem a mesma trilha? Então é um homem de sucesso. É uma mulher-maravilha, super-mãe que, mesmo fazendo malabarismo para equilibrar profissão e maternidade, consegue dar conta e ainda tem pique para fazer sexo à noite com o marido e manter o corpo no padrão 60-90-60? Então é uma mulher de sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há espaço para a subjetividade. Sei de uma executiva, amiga da minha irmã, que deixou uma 'brilhante' carreira para virar uma dedicada dona de casa. Simplesmente porque descobriu que se realizava mais cuidando dos filhos e marido em tempo integral e que terminaria definhando no ambiente coorporativo. Na época eu caí em cima, achei um absurdo. Claro! Estava mergulhada na neurose do vestibular, queria escolher a porção de sucesso que me cabe nesse latifúndio de idiossincrasias... Julguei e condenei a amiga da minha irmã sem nem ao menos conhecê-la. Hoje vejo o quanto fui preconceituosa e ainda paguei pela língua. Eu mesma abri mão de 'futuros seguros' porque não os conseguia ver como resultados felizes. Além do mais, quando o caminho está de acordo com o eu mais profundo, nem é preciso chegar a um resultado; a própria jornada já traz a satisfação de viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-1505645714522748348?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/1505645714522748348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/08/ha-varios-destinos-o-unico-digno-e-ser.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/1505645714522748348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/1505645714522748348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/08/ha-varios-destinos-o-unico-digno-e-ser.html' title='Resultado único ou questão subjetiva?'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-7766845855252529380</id><published>2009-07-29T07:20:00.000-07:00</published><updated>2009-07-29T15:28:12.171-07:00</updated><title type='text'>O jardim de Rubem</title><content type='html'>Sem querer fiquei emocionada. Não esperava isso logo de manhã, mas aconteceu. Navegando pela internet, dei de cara com um texto de &lt;a href="http://www.rubemalves.com.br/jardim.htm"&gt;Rubem Alves&lt;/a&gt; sobre jardins. Num certo momento, ele cita Guimarães Rosa: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"São                              muitos e milhões de jardins, e todos os jardins                              se falam. Os pássaros dos ventos do céu                              - constantes trazem recados. Você ainda não                              sabe. Sempre à beira do mais belo. Este é                              o Jardim da Evanira. Pode haver, no mesmo agora, outro,                              um grande jardim com meninas. Onde uma Meninazinha,                              banguelinha, brinca de se fazer Fada... Um dia você                              terá saudades... Vocês, então,                              saberão..."&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;Imediatamente lembrei das longas horas que ficava no jardim da casa onde passei a infância, do pé de jambo, das formigas andando em fila, sempre tão organizadinhas. Um nó se formou na garganta. Chorei. Senti saudades de um amigo, um arbusto — projeto de pé de manga — com quem costumava conversar. Tentei lembrar o que tanto lhe contava e não consegui. Ficou na memória apenas a aconchegante sensação de falar e ser ouvida sem interrupções. Não havia ninguém tentando  atropelar minha fala, que sempre foi meio lenta. As plantas tinham paciência de acompanhar meu ritmo. Lembro do prazer que me dava poder escolher as melhores palavras, garimpando com carinho as  idéias. E o arbusto escutava, e a grama acolhia sem preconceito. Em seu silêncio, diziam tanto!&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-7766845855252529380?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/7766845855252529380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/07/o-jardim-de-rubem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/7766845855252529380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/7766845855252529380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/07/o-jardim-de-rubem.html' title='O jardim de Rubem'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5417073077874013201.post-5709029390252082018</id><published>2009-07-24T07:19:00.000-07:00</published><updated>2010-05-07T11:03:59.541-07:00</updated><title type='text'>Entre o paraíso e a rapadura</title><content type='html'>Esse negócio de maternidade é dureza. Finalmente entendo aquela expressão — que sempre me irritou, por sinal — "ser mãe é padecer no paraíso". Sentia calafrios só de ouvir. Achava piegas, desproporcional, clichê. Uma total falta de criatividade definir algo tão complexo com tais palavras. Céus! Como estava enganada! Aos poucos fui percebendo que não há frase melhor para descrever alguns dias, dos mais corriqueiros, da minha atual rotina de progenitora de dois nenês. O mais velho, Gabriel, vai fazer dois anos, e o mais novo, Arthur, tem apenas seis meses. É fralda, brincadeira, cocô, choradeira, risadeira, sono, gritaria, DVD do Charlie e Lola, mamadeira, careta... Uma energia que não acaba nunca e também uma alegria de viver que eles não se cansam de generosamente dividir conosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi precisamente  esta semana que a ficha caiu e  aconteceu a grande mudança em meu glossário da vida. Nenhum dos dois nenês dorme a noite toda, o que faz meu marido e eu acordarmos, no mínimo, duas vezes por madrugada. Some-se a isso um problema crônico de insônia e o (péssimo) hábito de despertar para fazer xixi. Pronto. Eis que surge, ao raiar do dia, uma zumbi mal humorada. Algumas manhãs atrás, enquanto eu estava concentrada em maldizer a noite perdida, enquanto repetia internamente "inferno, inferno, inferno"... Surge, lá do final do corredor, um pequeno Gabriel correndo e gargalhando em direção ao meu abraço.  No mesmo instante, deu-se o milagre da transformação. Eis que brota, no meio de uma cara completamente amarrada, um sorriso. Não satisfeita, a vida ainda me presenteia com o primeiro discurso eloquente de Arthur, sentado em seu carrinho: meia hora de bábábábábábábábábábá, entremeados de um má, um pá e um gritinho de vez em quando. Impagável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... Espere aí. Acabei de lembrar de uma coisa. Acho que vou retificar o que disse acima. Encontrei sim uma expressão que define melhor não apenas a maternidade como a paternidade. E com grande vantagem: não tem essa carga dramática que as mães gostam de atrelar ao seu papel. Detesto drama, por isso fico com o lúdico, fico com meu marido, que costuma repetir sempre... "A rapadura é doce mas não é mole".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5417073077874013201-5709029390252082018?l=izabellearruda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://izabellearruda.blogspot.com/feeds/5709029390252082018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/07/entre-o-paraiso-e-rapadura.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/5709029390252082018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5417073077874013201/posts/default/5709029390252082018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://izabellearruda.blogspot.com/2009/07/entre-o-paraiso-e-rapadura.html' title='Entre o paraíso e a rapadura'/><author><name>Izabelle Arruda</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
